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	<title>Jornal da AEI &#187; Cultura</title>
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	<description>O mundo da comunicação no Espírito Santo</description>
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		<title>Escritores expõem processo de criação de suas obras no Mercado Literário</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 20:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aeiadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda edição do Mercado Literário será realizada nesta quarta-feira (16), às 19 horas, no Mercado São Sebastião, em Jucutuquara, reunindo literatura, música, artesanato e gastronomia. Adilson Vilaça, Jô Drumond, José Roberto Santos Neves, José Tatagiba, Laureni Luciano, Waldo Motta, Charles Araújo e Gió vão participar de um talk show conduzido pelo artista multimídia Milson Henriques. Os escritores conversarão sobre seus processos de criação.
Durante o evento, haverá também o lançamento de O melhor livro de contos infanto-juvenis do Espírito Santo, de Charles Araújo, com ilustração de Gió. No mercado, o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda edição do Mercado Literário será realizada nesta quarta-feira (16), às 19 horas, no Mercado São Sebastião, em Jucutuquara, reunindo literatura, música, artesanato e gastronomia. Adilson Vilaça, Jô Drumond, José Roberto Santos Neves, José Tatagiba, Laureni Luciano, Waldo Motta, Charles Araújo e Gió vão participar de um <em>talk show</em> conduzido pelo artista multimídia Milson Henriques. Os escritores conversarão sobre seus processos de criação.</p>
<p>Durante o evento, haverá também o lançamento de <em>O melhor livro de contos infanto-juvenis do Espírito Santo</em>, de Charles Araújo, com ilustração de Gió. No mercado, o público poderá adquirir obras dos escritores convidados.</p>
<p>A música ficará por conta do cantor congolês radicado na França, Lokua Kanza. É a primeira vez que o músico se apresenta em Vitória, mas seu contato com a música brasileira é de longa data. O cantor, compositor e arranjador já compôs e cantou em dueto com Gal Costa, Vanessa da Mata, Ney Matogrosso, Chico César e Ana Carolina. O show de Lokua Kanza é parte das comemorações do Ano da França no Brasil.</p>
<p>O artesanato exposto no Mercado Literário é produto dos grupos produtivos que recebem apoio da Prefeitura de Vitória. <em>Mulheres que Brilham</em>, <em>Flor de Joá</em>, <em>Delícias da Ilha</em>, <em>Bem Nutrir e Bem Arte e Modas</em>, <em>Fortificando</em>, <em>Tacto</em> e <em>Nossa?!</em> levarão os produtos artesanais e culinários para apreciação do público. O evento é uma parceria da Secretaria Municipal de Cultural (Semc) com a Secretaria Municipal de Trabalho e Geração de Renda (Setger).</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><em>Mercado Literário &#8211; segunda edição</em></p>
<p><strong><em>Quando:</em></strong><em> 16 de setembro</em></p>
<p><strong><em>Horário:</em></strong><em> 19 horas</em></p>
<p><strong><em>Onde:</em></strong><em> Mercado São Sebastião, na Avenida Paulino Müller, em Jucutuquara.</p>
<p><strong>Entrada franca</strong></em></p>
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		<title>Se o Espírito Santo tem uma trilha sonora ela se chama Maurício de Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 15:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aeiadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[A morte de Maurício de Oliveira, o mais importante músico do Espírito Santo, neste 1º de setembro de 2009, abre uma lacuna que dificilmente será preenchida. Não que não tenhamos excelentes músicos, uma dádiva, aliás, que todos agradecemos aos deuses da música, mas porque envolve uma história magnífica de um homem que nasceu simples e que soube manter sua simplicidade até o fim dos seus dias, mas porque também, e principalmente, viveu de sua arte e compôs uma obra imortal. As construções elaboradas de Maurício e seu talento em dedilhá-las ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-428" title="Mauricio2" src="http://imprensacapixaba.org.br/wp-content/uploads/2009/09/Mauricio21-300x197.jpg" alt="Mauricio2" width="300" height="197" />A morte de Maurício de Oliveira, o mais importante músico do Espírito Santo, neste 1º de setembro de 2009, abre uma lacuna que dificilmente será preenchida. Não que não tenhamos excelentes músicos, uma dádiva, aliás, que todos agradecemos aos deuses da música, mas porque envolve uma história magnífica de um homem que nasceu simples e que soube manter sua simplicidade até o fim dos seus dias, mas porque também, e principalmente, viveu de sua arte e compôs uma obra imortal. As construções elaboradas de Maurício e seu talento em dedilhá-las viverão por gerações e gerações e ficarão marcadas como elaborações de um tempo em que vida era uma passagem de realizações essencialmente coletivas, porque ninguém faz música para si próprio, mas antes de tudo para deleitar ouvintes, mesmo os mais individualistas. Maurício viveu para nos dar o prazer de ouvi-lo.</p>
<p>Maurício não só deixou uma obra, mas inúmeros seguidores que com ele aprenderam a arte de dedilhar cordas sonoras. Ele formou várias gerações de músicos, foi uma escola respeitada em todos os grotões do estado e nas mais sensíveis audiências do planeta. Não foi fácil, porque não é fácil viver de música quando não se está disponível para a indústria fonográfica. A obra de Maurício não foi feita para o consumo fácil, massificador, sem nunca ser elitista, pelo contrário, uma de suas marcas é a popularização do violão clássico.</p>
<p><strong>Obras de arte</strong></p>
<p>A Canção da Paz, sua obra mais significativa, e a mais conhecida o levou, em 1955, a Varsóvia (Polônia), onde conquistou o honroso segundo lugar no Festival Internacional do Violão para a Juventude. Gravou a obra completa de Villa Lobos nos anos 1960, interpretou Dilermano Reis, em 1971, e Ernesto Nazareth, em 1980, sem deixar de compor suas próprias pérolas. Tocou no programa César de Alencar, no Tempo de Ouro da Rádio Nacional, no Rio de Janeiro, onde apresentou-se sempre com os grandes nomes da MPB da época, como Altamiro Carrilho, Dino, Canhoto, Valdir Azevedo, Abel Ferreira e Dilermando Reis, assim como também acompanhando na Rádio Nacional cantores como Marlene, Emilinha Borba, Francisco Alves e Orlando Silva.   </p>
<p>Mas optou por viver na sua querida ilha de Vitória. Maurício de Oliveira nasceu em Vitória, no dia 19 de julho de 1925. De família simples, filho de pescador, passou a infância na Praia do Suá, onde garoto aprendeu a tocar cavaquinho e depois passou para o violão. Ele costumava dizer que naquela época tinha apenas duas saídas: “ou ia virar pescador, como meu pai e meu avô, ou teria de enfrentar uma luta muito séria para ser músico, como meu bisavô português, José Ignácio de Oliveira. Eu preferi o caminho mais difícil”.</p>
<p>Começou a tocar com 11 anos, e foi &#8220;descoberto&#8221; daí a um ano, quando tocava com seu irmão José, na Festa de São Pedro, na praia do Suá, pelo diretor artístico da Rádio Espírito Santo, Clóvis Gomes, que os convidou a ingressar no rádio. Formaram então a dupla Irmãos Oliveira, que ensaiou durante dois anos, de graça, na rádio, pois enquanto o governo federal não desse a concessão a rádio não poderia ir ao ar. A rádio só estreou mesmo sua programação em setembro de 40, e as atrações eram a Orquestra de Clóvis Cruz, o Regional de Luís Noronha, a dupla sertaneja Sebastião e Peixinho e os Irmãos Oliveira. Maurício tinha de tocar com uma autorização do Juizado de Menores: tinha, então, 13 anos.</p>
<p>Maurício tem sua história ligada à da Rádio Espírito Santo por muitos anos. Todo novo disco gravado, toda homenagem, todo prêmio, tudo isso era noticiado pela rádio como se fosse ela mesma a vencedora, tamanho o carinho com que tratava o que dizia respeito a um de seus primeiros contratados. Foi de certa forma como representante da rádio &#8211; e, claro, da nossa música, que ele esteve por duas vezes em Portugal, terra de seus bisavós.</p>
<p>O primeiro disco, um compacto simples, saiu pelo selo da Continental em 1952. Depois vieram outros, por gravadoras diferentes, como também as viagens para apresentações pelo país e no exterior, onde recebeu prêmios e honrarias. Sua biografia musical registra ainda a passagem pela big band do consagrado Hélio Mendes, onde tocou guitarra.</p>
<p>Maurício de Oliveira deixa uma vida dedicada à família e à música. Sua paixão pelos instrumentos inspirou seu filho Tião, os netos Geraldo e Lucas (os três violonistas) e a neta pianista Antônia. Ou seja, a música tornou-se marca registrada da família Oliveira. Sua vida rendeu ainda o livro O Pescador de Sons, de autoria do jornalista e escritor Marien Calixte e um documentário homônimo realizado por Cloves Mendes.</p>
<p><strong>Alguns episódios que marcaram a vida de Maurício de Oliveira</strong></p>
<p>Quando o famoso apresentador de auditório César de Alencar veio à Vitória para fazer o show da Rádio Nacional, ele teve o primeiro contato com Maurício, que era um dos músicos acompanhantes do evento e se impressionou com o rapaz, logo convidando-o para tocar na Rádio Nacional. Este momento foi um salto fundamental na carreira de Maurício de Oliveira em todos os sentidos: O Programa César de Alencar era o mais ouvido do país entre os anos 40 e 50. A perfomance de Maurício no Rio de Janeiro mudou a opinião do seu Sebastião (que logo comprou o primeiro violão do filho). A partir de então, Maurício fez várias viagens ao Rio, apresentando-se sempre com os grandes nomes da MPB da época, como Altamiro Carrilho, Dino, Canhoto, Valdir Azevedo, Abel Ferreira e Dilermando Reis, assim como também acompanhando na Rádio Nacional cantores como Marlene, Emilinha, Francisco Alves e Orlando Silva. Em 1952, Maurício toma-se o pioneiro dos músicos capixabas e grava seu primeiro compacto simples com as músicas &#8220;Esplanada&#8221; e &#8220;Ardiloso&#8221;. Nessa mesma época assmne o cargo de Diretor Artístico da Rádio Espírito Santo, o que lhe propiciava tanto em apresentar os músicos famosos do estado e do Brasil, como também os novos valores que surgiam.</p>
<p>Foi nesse período de &#8220;caça aos talentos&#8221; que Maurício conheceu um de seus mais saudosos amigos: Altemar Dutra. Altemar morava em São Torquato (Vila Velha), sendo recém chegado de Aimorés (MG). Ainda no início de sua carreira, Altemar Dutra cantou em Cachoeiro do Itapernirim antes de desembarcar em Vitória, e quando aqui chegou, seu interesse maior era cantar na principal rádio do estado, a Espírito Santo. Maurício nos conta o encontro entre os dois: -&#8221;Eu estava na Rádio quando o Mundico (pistonista) chegou pra mim e disse que tinha um garoto com um violão na escada. Conversando com o garoto, ele me disse que queria fazer sucesso no rádio. Realmente sua voz era belíssima e, apesar de estar cansado de ver os meninos prodígios (que alteravam o tom de voz por causa da puberdade), eu resolvi fazer um teste com ele. Altemar cantou algumas vezes nos programas da Espírito Santo e um dia me confidenciou que queria aprender violão comigo, afim de acompanhar melhor suas músicas. Bom, Alternar estudou comigo durante um ano&#8221;. O final desta história já é de domínio público: Altemar Dutra vai pro Rio de Janeiro levando na bagagem um bilhete de recomendação para Jair Amorim. Anos mais tarde, depois de gravar o seu primeiro disco pelo selo Odeon, Altemar toma-se um sucesso nacional. Mas quem teria mandado o bilhete de recomendação para Jair Amorim? o próprio Maurício nos explica este fato até hoje oculto: &#8211; &#8220;Alternar me procurou um dia dizendo que ia um cidadão pro Rio de Janeiro querendo levá-lo. Poderia ser uma chance e como eu era amigo do Jair Amorim e do Joel Guilherme (famoso locutor da Rádio Espírito Santo que transferiu-se para o Rio), ele pediu para levar um bilhete meu de recomendação. Eu nunca disse isso a ninguém&#8221;.</p>
<p>Uma das imagens que mais marcou a adolescência de Maurício de Oliveira foi a das crianças brincando amarelinha na beira da Praia do Suá. Maurício ficava sentado em meio aos pescadores que passavam o final de tarde ali conversando e pensava em imortalizar aquela imagem numa música. Alguns anos mais tarde, o mundo estava saindo de uma guerra dolorosa que matou mais de 30 milhões de pessoas. A palavra &#8220;paz&#8221; era algo sagrado na época para quem buscava uma vida mais solidária entre os povos, principalmente o povo europeu. Em 1952, Maurício compôs &#8220;Canção da Paz&#8221;. Nesta música, ele retratou tanto a imagem das crianças quanto o movimento pacificador do período, sendo que em 1955 sua canção pela paz atingia o 2º lugar no 5º Festival Mundial da Juventude em Varsóvia. Mais do que a simples premiação, Maurício foi um dos primeiros brasileiros a ter o seu trabalho musical reconhecido em importantes centros artísticos do mundo, conquistando a oportunidade de se apresentar em outros países da Europa. Os veículos de comunicação no Brasil não fizeram um &#8220;grande alarde&#8221; em tomo da trajetória européia de Maurício, mas as pequenas informações que circulavam nos jornais o ajudaram em muito a ter o respeito perante os demais músicos brasileiros e, em especial, do povo capixaba.</p>
<p>Nos anos 60 e 70, Maurício de Oliveira aceitou seu maior desafio, colocado pela gravadora London Music. Ele teria que gravar as complicadas obras para violão dos imortais Heitor Villa-Lobos e Ernesto Nazareth. Maurício conhecia desde menino boa parte das músicas dos dois compositores, mas nunca havia pensado em interpretá-los. Foram meses de estudo em tomo das composições de Villa-Lobos e Nazareth, mas todo esse esforço valeu a pena: a coleção foi lançada simultaneamente no Brasil, Estados Unidos, Europa e Japão. Por consequência, Maurício de Oliveira concretiza sua posição entre os maiores violonistas da Música Popular Brasileira.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Assista aqui a apresentação do maestro Fabiano Mayer, considerado o sucessor do violonista Maurício de Oliveira, interpretando Canção da Paz</strong></p>
<p> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BD2zZiTTCrc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/BD2zZiTTCrc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Para conhecer mais a vida e obra de Maurício de Oliveira recomendamos uma visita a monografia realizada em 1996 por José Carlos Rabello Filho, um dos mais fiéis retratos da passagem de Maurício neste mundo no endereço <a href="http://www.taru.art.br/enciclopedia/mauriciodeoliveira/monografiarabello/index.htm">http://www.taru.art.br/enciclopedia/mauriciodeoliveira/monografiarabello/index.htm</a></p>
<p><strong> </strong><strong>Discografia </strong><strong><br />
</strong><br />
- Compacto simples com as músicas Ardiloso e Esplanada &#8211; 1952 &#8211; 1ª obra gravada por um capixaba <br />
- Maurício de Oliveira e seu violão &#8211; 1960 &#8211; Musiplay <br />
- Um violão e novas emoções &#8211; 1960 &#8211; Musiplay <br />
- Hélio Mendes/ Weekend no Rio &#8211; 1961 &#8211; Gravado no Rio de Janeiro <br />
- Hélio Mendes/ Weekend em Guarapari &#8211; 1961 &#8211; Ganhou o Prêmio Euterpe, recebido do governador Carlos Lacerda, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro <br />
- Hélio Mendes e seu Trio Vagalume &#8211; 1963 <br />
- Hélio Mendes, seu piano e seu conjunto &#8211; 1964 arranjos musicais <br />
- Hélio Mendes, seu piano e seu conjunto &#8211; 1966 arranjos de Maurício <br />
- Villa-Lobos e o violão/ volume 1 &#8211; gravadora London <br />
- Villa-Lobos e o violão/ volume 2 &#8211; gravadora London <br />
- Violão em tempo de valsa &#8211; 1968 &#8211; gravadora London <br />
- O Concerto de violão de Villa-Lobos &#8211; 1970 -  <br />
- Maurício de Oliveira interpreta Dilermando Reis &#8211; 1971 &#8211; gravadora London <br />
- Canção da Paz &#8211; 1972 &#8211; gravadora London <br />
- Maurício de Oliveira interpreta Ernesto Nazareth ao violão &#8211; 1980 &#8211; Lançado em homenagem aos 50 anos da Fundação Jônice Tristão <br />
- Maurcício de Oliveira Erudito e Popular &#8211; 1985 <br />
- Encontro/ Maurício de Oliveira e Ernesto Nazareth &#8211; 2000 &#8211; Disco promocional</p>
<p>- Luiza – 2006 – Maurício de Oliveira (violão) e Hariton Nathanailidis (violino) – Disco promocional produzido pela Futura e dirigido para clientes</p>
<p><strong>Biografias </strong></p>
<p>- O Pescador de Sons, vida e a obra do violonista capixaba Maurício de Oliveira; Marien Calixte (jornalista e escritor).<br />
- Maurício de Capixaba Oliveira Pescador de Sons, filme de Cloves Mendes.</p>
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		<title>Muita música, dança e teatro na programação de aniversário de Vitória</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 13:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aeiadmin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vitória vai comemorar seus 458 anos com muita música, teatro, dança e as mais diversas manifestações culturais. Entre as atividades está o Show Viva Vitória Pop, que acontece no dia 8 de setembro, dia do aniversário da cidade. No comando da festa, na praia da Camburi, grandes nomes da música como as bandas Macucos e Solana, além de Amaro Lima e o cantor pernambucano Lenine.
Durante todo o mês a cidade também vai receber atrações formadas nos projetos socioculturais mantidos pela Prefeitura de Vitória. Nesta quarta-feira (02), o Teatro Carlos Gomes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-420" title="lenine1m" src="http://imprensacapixaba.org.br/wp-content/uploads/2009/09/lenine1m.jpg" alt="lenine1m" width="280" height="222" />Vitória vai comemorar seus 458 anos com muita música, teatro, dança e as mais diversas manifestações culturais. Entre as atividades está o Show Viva Vitória Pop, que acontece no dia 8 de setembro, dia do aniversário da cidade. No comando da festa, na praia da Camburi, grandes nomes da música como as bandas Macucos e Solana, além de Amaro Lima e o cantor pernambucano Lenine.</p>
<p>Durante todo o mês a cidade também vai receber atrações formadas nos projetos socioculturais mantidos pela Prefeitura de Vitória. Nesta quarta-feira (02), o Teatro Carlos Gomes recebe, a partir das 20 horas, um tributo ao maestro brasileiro Heitor Villa Lobos. A homenagem representa o diálogo da cultura popular tradicional do Espírito Santo com os herdeiros diretos da &#8220;escola&#8221; de Villa Lobos.</p>
<p>Na sexta-feira (04), estréia no mesmo teatro Temperança, espetáculo de dança contemporânea da Companhia de Dança Mítzi Marzzuti.</p>
<p>De domingo (06) à terça-feira (08), a Praia de Camburi receberá o Ilha da Cultura, com uma programação diversa para o público incluindo espetáculos de fantoches, exposição de artesanato, street dance e capoeira, além de esquetes teatrais, hip-hop e oficina de cabelo afro.</p>
<p>Na terça-feira (08), às 8 horas, será cantado o parabéns para a cidade na Parque Moscoso com participação da Banda da Polícia Militar. A partir das 16 horas o show Viva Vitória Pop toma conta da praia de Camburi com Tamy, Learth Batera e banda Versão Pirata, além das bandas Macucos e Solana, Amaro Lima e o cantor pernambucano Lenine.</p>
<p>Ainda na terça-feira, a partir das 19 horas, a Escola de Teatro e Dança Fafi será palco para o espetáculo de dança Guernica com coreografia executada por alunas do 1º Ano do Curso de Qualificação em Dança Contemporânea e inspirada no quadro homônimo do pintor Pablo Picasso.</p>
<p>E as atividades não param por aí. Nos dias 10, 11 e 12 acontece o Festival de Música de Botequim (Femusquim), no Morro do Alagoano. No dia 16 acontece mais uma edição do Mercado Literário, no Mercado São Sebastião, em Jucutuquara.</p>
<p>Veja a programação completa no site www.vitoria.es.gov.br</p>
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		<title>Teatro, Dança e Música até dezembro</title>
		<link>http://imprensacapixaba.org.br/teatro-danca-e-musica-ate-dezembro/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 22:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aeiadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma caravana formada por vinte grupos artísticos circulará por todas as regiões do Espírito Santo, com 120 espetáculos de teatro, dança e música, com entrada franca, e movimentará, até o início de dezembro, teatros municipais e espaços culturais alternativos. Trata-se do projeto Circulação Cultural que começou neste final de semana. 
O Circulação Cultural será aberto simultaneamente, às 20 horas, em dez municípios capixabas, hoje e amanhã. Alegre, Rio Novo do Sul, Nova Venécia, São Mateus, Castelo, Guaçuí, Cachoeiro, Colatina, Montanha e Viana, serão as primeiras cidades visitadas.
 “Cabral, a esquadra se deu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma caravana formada por vinte grupos artísticos circulará por todas as regiões do Espírito Santo, com 120 espetáculos de teatro, dança e música, com entrada franca, e movimentará, até o início de dezembro, teatros municipais e espaços culturais alternativos. Trata-se do projeto Circulação Cultural que começou neste final de semana. </p>
<p>O Circulação Cultural será aberto simultaneamente, às 20 horas, em dez municípios capixabas, hoje e amanhã. Alegre, Rio Novo do Sul, Nova Venécia, São Mateus, Castelo, Guaçuí, Cachoeiro, Colatina, Montanha e Viana, serão as primeiras cidades visitadas.</p>
<p> “Cabral, a esquadra se deu mal”, do Grupo de Teatro Rerigtiba; “Quatro danças sobre o olhar”, de Mitzi Marzzuti; “Metrópolis”, de Marcelo Ferreira; “O flautista Mágico”, de Rodrigo Campaneli; e “Cárcere”, de Saulo Ribeiro são os espetáculos teatrais escolhidos para integrarem a caravana cultural.</p>
<p>Já os shows escolhidos foram: &#8220;Rádio Experienza&#8221;, de Alexandre Lima; “Música em sentido literário”, de Gustavo Macaco; &#8220;Fé, Luta &amp; Diversão”, da banda IN-Versão Brasileira; “Pedro de Alcântara Trio”; &#8220;Show outro dia&#8221;, de Fábio Calazans; “Que história é essa”, do Instituto Preservarte; “Forró Comichão”; “Boa Viagem”, da banda Rajar; &#8220;Gravuras do violão: violão capixaba, brasileiro e mundial&#8221;, de Moacyr Teixeira; &#8220;Tangos e outras delícias de Sérgio Sampaio&#8221;, da banda Zebedeu; “Susto na curva”, de Chryso Rocha; “11 TRAX” da banda Zémaria; “Fê Pascoal”; “Violas em Canto”, do Grupo Moxuara; e “Pra ficar na memória”, com Denise Dalmacchio, Gardenia Marques, e Vera da Mata.</p>
<p> <strong>Popularização da Cultura</strong></p>
<p> O Circulação Cultural foi realizado pela primeira vez no ano passado, no período de 26 de setembro a 14 de dezembro, a partir de um esforço conjunto entre a equipe da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), os artistas e gestores culturais envolvidos. As apresentações culturais atraíram aproximadamente 12 mil pessoas, e movimentaram o mercado de trabalho para aproximadamente 250 artistas e técnicos capixabas.</p>
<p> O projeto é um importante instrumento de formação de platéias, de popularização da cultura capixaba, de contribuição para o fortalecimento do mercado de trabalho artístico, e promoção do intercâmbio cultural; além de ser responsável pela movimentação dos aparelhos culturais dos municípios.</p>
<p> <strong>Confira os espetáculos que estão na sua cidade</strong></p>
<p> <strong>Espetáculos cênicos</strong></p>
<p><strong>“Cabral, a esquadra se deu mal” -  Grupo de Teatro Rerigtiba</strong></p>
<p>É uma comédia que conta a história do descobrimento do Brasil e de seu descobridor pelos olhos de Joaquim, fiel escudeiro de Cabral, personagem fictício que acompanha o intrépido navegador português numa acidentada viagem a caminho das Índias.</p>
<p><strong> “Quatro danças sobre o olhar” &#8211; Mitzi Marzzuti</strong></p>
<p>Dança Contemporânea. Apresentação de quatro coreografias, levantando situações onde os bailarinos vivenciam cenas do cotidiano: Injustiça social, homenagem a “Nossa Senhora”, luta por dinheiro e sociedade do fuzil.</p>
<p><strong> “Metrópolis”-  Marcelo Ferreira</strong></p>
<p>Teatro / Dança. Premiado pela Funarte em 2007 com o prêmio Klauss Vianna de Dança. Roteiro original do cineasta Fritz Lang, a peça apresenta um grupo de operários isolados num contêiner. Trabalham, moram, asfixiam-se neste espaço exíguo, metáfora da condição humana oprimida nas metrópoles e em seus próprios corpos.</p>
<p><strong> “O flautista Mágico” &#8211; Rodrigo Campaneli</strong></p>
<p>Era uma vez uma pequena e bela cidade chamada Hamelin, onde todos vivam tranqüilamente até o dia em que Hamelin foi invadida por milhões de ratos. O atrapalhado prefeito tentou de tudo para livrar a cidade dos roedores, mas não conseguiu. Foi quando apareceu na cidade um estranho rapaz com roupas engraçadas e, na mão, ele trazia uma bela flauta&#8230; Melhor espetáculo infantil e melhor cenário no V Festival Nacional de Teatro de Guaçuí.</p>
<p><strong> “Cárcere”  -  Saulo Ribeiro</strong></p>
<p>O presidiário Ovo está numa semana difícil: uma rebelião está prestes a estourar e existem rumores de que ele será o refém. Escrita pelo capixaba Saulo Ribeiro, com atuação e direção de Vinícius Piedade, o espetáculo faz uma reflexão sobre a liberdade e o medo, combinando doses de humor e momentos dramáticos.</p>
<p><strong> Espetáculos musicais</strong></p>
<p><strong> “Alexandre Lima e Rádio Experienza” </strong></p>
<p>Estilo pop. Apresentação do CD da banda Rádio Experienza, que circulou em turnês pela Europa, entre 2007 e 2008.  Fará registro audiovisual de todos os shows para produção futura de um DVD da turnê Estadual. E um  workshop chamado “Experiências musicais e efeitos de guitarra”.</p>
<p><strong> “Música em sentido literário”  &#8211; Gustavo Macaco</strong></p>
<p>Estilo folk/ pop. Show do CD “Macaco, Chiquinho e o Cavalo”, mesclando com leituras de poemas e textos de novos escritores capixabas. Ele realizará palestras musicais nas escolas e premiação de um aluno para participar do show.</p>
<p><strong> “IN-Versão Brasileira &#8211; Fé, Luta &amp; Diversão”</strong></p>
<p> A banda de Hip Hop  é formada por Marcelo Shimu, Rafael Ciclop e DJ Jack. No show eles divulgarão o extended play (EP) “Fé, Luta &amp; Diversão”. Realizarão também palestras para divulgar as ações sociais do Projeto Som da Rua.</p>
<p>Myspace &#8211; http://www.myspace.com/inversaobrasileira</p>
<p><strong> “Pedro de Alcântara Trio” – Pedro de Alcântara</strong></p>
<p>Música Instrumental. Show do Pedro de Alcântara Trio com a performance do artista plástico Diego Scarparo, que desenhará o cenário com interação do público.</p>
<p><strong> “Show outro dia” – Fábio Calazans</strong></p>
<p>Música Instrumental. Apresentação do segundo CD “Outro Dia” do violonista e guitarrista Fábio Calazans, com participação de mais quatro instrumentistas.</p>
<p>http://www.myspace.com/calazansfabio</p>
<p><strong> “Que história é essa” &#8211; Instituto Preservarte</strong></p>
<p>Repertório infanto-juvenil e adulto. Música popular e erudita. A apresentação instrumental tem o objetivo de multiplicar o interesse pelo estudo da música.</p>
<p><strong> “Forró Comichão”</strong></p>
<p>Forró. É uma banda de forró Pé-de-Serra influenciada por Dominguinhos, Mestre Zinho, Luiz Gonzaga, Elba Ramalho, Trio Virgulino, entre outros.</p>
<p><strong> “Boa Viagem” &#8211; Banda  Rajar</strong></p>
<p>Pop Rock. A banda pretende circular outras músicas além das que estão no repertório do CD Narcisista.</p>
<p>http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/rajar/</p>
<p> <strong>“Gravuras do violão: violão capixaba, brasileiro e mundial” &#8211; Moacyr Teixeira</strong></p>
<p>Mestre do violão e um dos melhores instrumentistas do Brasil o premiado violonista Moacyr Teixeira Neto apresenta, com o concerto “Gravuras do Violão”, o melhor da música capixaba, brasileira e internacional, onde o violão instrumental é a grande estrela que sobe ao palco trazendo todo o encantamento de apresentações de pura técnica e beleza.</p>
<p>Myspace &#8211; http://www.myspace.com/moacyrteixeiraneto</p>
<p><strong> “Tangos e outras delícias de Sérgio Sampaio” – Banda Zebedeu</strong></p>
<p>Apresentação da banda Zebedeu formada por Juliano Gauche, Juninho Santos e Fábio do Carmo, que homenageiam Sérgio Sampaio, fazendo uma varredura de sua obra e história.</p>
<p>Myspace &#8211; http://www.myspace.com/tangoseoutrasdelciasdesergiosampaio</p>
<p><strong> “Susto na curva” &#8211; Chryso Rocha</strong></p>
<p>Música Instrumental brasileira e universal, mesclada com “fusion”, utilizando instrumentos elétricos e acústicos, em forma improvisada.</p>
<p><strong> “11 Trax” – Banda Zémaria </strong></p>
<p>Apresentação Pop eletrônica do álbum “11 Trax”. Será utilizado recurso audiovisual no show.</p>
<p>http://www.myspace.com/zemariamusic</p>
<p><strong> “Fê Pascoal”</strong></p>
<p>Envolvido em um movimento cultural do Espírito Santo, que une arte, música, vídeo, fotografia conhecido como “Expurgação”, Fê Paschoal busca descobrir sua própria musicalidade e identidade, sabendo usar referências que vão do underground a músicas já consagradas, bem como nas artes em geral, brasileiras e mundiais. Um recorte da atualidade que sugere novas ideias e possibilidades.</p>
<p>http://www.myspace.com/fepaschoal</p>
<p><strong> “Violas em Canto” &#8211; Grupo Moxuara </strong></p>
<p>O show “Violas em Canto” foi idealizado para ser o elo entre a tradição e a modernidade, para valorizar, divulgar e popularizar uma música que retrata a alma do povo brasileiro e reproduz todo o encantamento das cidades do interior. Sendo uma declaração de amor do Grupo Moxuara, à simplicidade do cancioneiro, cantador e contador uma forma de valorizar nossas raízes e nos mantermos fortes, para encantar o publico presente com aquele delicioso gosto de fruta madura, cheiro de terra molhada, gosto e cheiro de saudade de coisa boa.</p>
<p>Site &#8211; http://www.moxuara.com.br/</p>
<p><strong> “Pra ficar na memória”</strong></p>
<p>As cantoras Vera da Matta, Gardenia Marques e Denise Dalmacchio interpretam Zé Kéti, Geraldo Pereira e Noel Rosa, respectivamente, levando para o público uma verdadeira aula sobre a história da música brasileira. Os autores escolhidos marcaram três épocas distintas entre si mas que musicalmente foram de extrema importância, praticamente ditando os destinos da nossa MPB.</p>
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		<title>Fames adquire acervo para deficientes visuais</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 22:39:19 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[A Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames) acaba de adquirir 56 títulos em braille para o acervo da Biblioteca da Fames, que facilitará o estudo e aprendizagem na linguagem destinada aos alunos portadores de deficiência visual.
O ingresso de alunos com necessidades especiais na instituição vem aumentando anualmente. Para atender com eficiência a esses alunos, a instituição precisa se adaptar adquirindo novos equipamentos e livros.
A iniciativa faz parte da política de inclusão cultural e social defendida pelo diretor geral, Edilson Barboza. Ele defende a necessidade de intensificar as ações no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames) acaba de adquirir 56 títulos em braille para o acervo da Biblioteca da Fames, que facilitará o estudo e aprendizagem na linguagem destinada aos alunos portadores de deficiência visual.</p>
<p>O ingresso de alunos com necessidades especiais na instituição vem aumentando anualmente. Para atender com eficiência a esses alunos, a instituição precisa se adaptar adquirindo novos equipamentos e livros.</p>
<p>A iniciativa faz parte da política de inclusão cultural e social defendida pelo diretor geral, Edilson Barboza. Ele defende a necessidade de intensificar as ações no sentido de minimizar a distância entre as pessoas com deficiência e a música. “Temos que trabalhar  o capital humano para que cada vez mais todos tenham acesso ao ensino da música. Já avançamos muito, a aquisição dos livros é apenas o começo, temos muito o que se fazer”, declarou.</p>
<p>“Só tenho a agradecer aos funcionários da Biblioteca e à direção por este passo, que considero um grande avanço. Fico feliz que a Fames esteja se adequando e preparando um espaço para receber novos alunos e, também, privilegiando os já existentes, para o ensino e à leitura”, afirma Dalila Gusmão, aluna do curso de Licenciatura, que é portadora de deficiência visual.</p>
<p>Para o aluno de violão João Machado, a aquisição dos livros para a Fames é o reflexo da conscientização das necessidades do ser humano, e não uma obrigação.</p>
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