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AEI reúne intelectuais e lança a´angaba’

Com a presença de autores, intelectuais capixabas, políticos, juristas e jornalistas foi lançado na quarta-feira à noite, na Associação Espírito Santense de Imprensa (AEI) o primeiro número da revista a´angaba, uma publicação que irá, inicialmente a cada dois meses, publicar o que há de melhor na cultura do Espírito Santo.
Segundo o Editor Executivo da publicação, Álvaro José Silva, a revista abre espaço para a manifestação cultural capixaba, reafirmando a identidade local. Ele destacou que é difícil, hoje, trabalhar com produtos culturais e lembrou que a história está cheia de exemplos de publicações que começaram, mas não conseguiram sobreviver. “Queremos ser uma exceção e permanecer por muito tempo”, assegurou.
Com 52 paginas e 14 diferentes colaboradores, a capa do primeiro número de a´angaba é destinada à história da passagem de Altemar Dutra pelo Espírito Santo, onde começou a cantar, antes de mudar-se para o Rio de Janeiro e transformar-se em astro. A revista, no entanto, tem muito mais e aborda assuntos que vão da música ao futebol, da crônica ao conto, do humor ao ensaio. Com capas a quatro cores e miolo preto e branco, um outro diferencial de a´angaba é a impressão em papel reclicado, contribuindo, com isso, para a preservação das florestas e melhoria do meio ambiente.

O projeto e o conteúdo da revista foi desenvolvido pela RS Comunicação, empresa especializada em comunicação empresarial, com 10 anos de mercado e que foi, também, a responsável pelo projeto e pelo conteúdo de Intelecto, revista de cultura publicada pelo Departamento de Imprensa Oficial (DIO). Além de trabalhar com conteúdo, a RS Comunicação trabalha, também, com a edição de livros e jornais, além de dediccar-se à Assessoria de Imprensa. O projeto de a´angaba – que quer dizer marca, sinal e imagem – é uma parceria entre a empresa e a AEI.

No lançamento, feito na sede da Associação, no Centro de Vitória, o professor José Tristão Fernandes, falando em nome da instituição, destacou o trabalho de recuperação por que a entidade vem passando. Segundo ele, a Associação estava abandonada quando os atuais dirigentes tomaram à frente dela e com um trabalho meticuloso iniciaram sua recuperação, cuidando primeiro do patrimônio. A partir de agora, segundo disse, a Associação irá retomar sua vocação, de ser ativa participante da vida capixaba. O lançamento foi abrilhantado, ainda, pelo Coral do Museu do Negro, inclusive com música de Altemar Dutra e com um arranjo todo especial para o Hino Nacional.

2 comentários

  1. Dair antonio Darós disse:

    Conheço muito bem o trabalho do museu e suas atrações culturais , como sugestão na proxima atividade aproveite para convidar além do coral o gupo de dança Afro Odara tenho certeza que irá abrilhantar sua atividade.

  2. Lenia disse:

    Lenia

    Concordo acho que vai ser um espetaculo conheço o trabalho da Elis
    e bem original.

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